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13/07/2014

Bites and Bits of my Summer 2014

 Há mais de um ano que não posto consistentemente neste espaço. Esta semana apeteceu-me mudar isso.
Aqui ficam algumas coisas que recentemente tenho feito.


Com a Nuts for Paper e a Casa d'Amendoeira fizemos uma segunda exposição. Quase um ano depois da primeira, a comemorar o nosso primeiro ano de Nuts for Paper. Criámos um espaço como se fosse uma sala. Fizemos almofadas, sacos, pintámos peças de cerâmica e muitas outras ilustrações originais! 

[foto da organização da Feira das Almas]
No segundo aniversário da Feira das Almas estive por lá com a Nuts for Paper. Um fim-de-semana mega cansativo com música a bombar durante o dia todo e muitas horas em pé com um calor acentuado. Mas valeu a pena! Conhecemos pessoas que seguem o que fazemos e que nunca tinhamos conhecido, conhecemos outros artistas... eu até trouxe alguns prints absolutamente fantásticos de outros artistas. Agora por isso... ainda não os pendurei nas paredes do meu quarto!
 Workshop de Feltragem com a Maria Filipe da The Fabulous Creations of Maria Filipe Castro | Workshop na Casa d'Amendoeira | [fotografias © Casa d'Amendoeira] - Eu estou na última fotografia do lado direito a fazer bolacinhas de feltro.


Projecto das Bolachas | Workshop de Feltragem com a Maria Filipe da The Fabulous Creations of Maria Filipe Castro | Workshop na Casa d'Amendoeira  [fotografias © Casa d'Amendoeira] - E no final do workshop, como era o aniversário da Casa d'Amendoeira até tivemos direito a um cupcake... É claro que o do monstro das bolachas tinha que ser eu a comer... não fosse eu uma verdadeira monstrinha no que toca a comer bolachinhas com pepitas de chocolate.


Montra da Casa d'Amendoeira desenhada por mim e com type desenhada pela Catarina como Nuts for Paper. Eramos para dar um workshop em que a bicicleta seria o mote, mas depois pensámos melhor e adiámos para Setembro. 


Acabei este trabalho de design e ilustração para a Inês Fonseca da Creatureshire. Brevemente partilho no Behance e no meu blog de desenho o processo desde o desenho ao produto final!

No início do ano desafiaram-me para irmos ao Optimus Alive (agora NOS Alive), mal sabia no que me ia meter. Estava um calor ATROZ! Ao ponto de chegar ao festival e já ter bebido um litro e meio de água!
Estava tudo doido para ir ver Arctic Monkeys e Imagine Dragons, de tal maneira doido que só não subiam pelo palco acima e encavalitavam-se uns em cima dos outros porque havia gradeamento e seguranças à volta do palco e espera... houve em todos os concertos malta às cavalitas dos outros.

Juntámo-nos um grupinho (faltam aqui duas pessoas... epah que me desculpem mas é que não me gosto de ver nas outras fotos em que por acaso estamos todos... e como provavelmente nem vem aqui ao blog estou desculpada por ignorância de terceiras partes) [foto tirada pelo Ivo]


Eu e as caras (aparentemente parvas) que faço a comer... queques ou melhor um queque de chocolate. [foto tirada pelo Ivo]



E não há só um registo disso, são logo dois!! E com o mesmíssimo queque! [foto tirada pela Cris]

Tive pena de não ter ido ver ao palco Heineken o concerto do Noiserv, fiquei a ver Ben Howard no palco principal e tirando uma mísera música que conhecia melhor o resto do concerto deu-me sono. Felizmente os The Lumineers encheram o palco com boa música e boa disposição. A partir daí foi sempre a subir com Imagine Dragons a pôr a malta toda a cantar, Interpol com grande som e o piece de resistance - os Arctic Monkeys!


[foto tirada pelo Ivo] Que tem à vontade mais um palco do que eu em altura. Concertos em locais direitos não dá para quem é baixinho. O que me valeu foram os ecrãs e as abertas entre as pessoas.

Quem não aguentou nem um quarto dos concertos foram os meus pézinhos e as minhas costas. Tantas dorzinhas de pés de estar parada no mesmo sítio. Nem mesmo com calçado confortável fiquei confortável muito tempo. Cheguei ao final da noite com as calças num estado empoeirado que parecia que tinha andado a rebolar na terra. Eu só estive sentada na terra... porque o asfalto e a falsa relva estava ocupada!!

Conclusões que retirei desta minha primeira ida a um festival, não vale a pena ir muito cedo, tens filas para entrar e se está muito calor, apanhas calor na fila, apanhas calor enquanto esperas (e desesperas) para que os concertos comecem, especialmente se for um festival de rua e com palcos sem sombra. Quanto mais à frente tentas estar, mais apertada ficas, menos espaço para sentares tens, e menos vês... Outra conclusão, a fauna local dos festivais são uns porcos que atiram garrafas e copos de plástico o que é terrível para andar, especialmente quando se tem as pernas entorpecidas e está tudo escuro. Tirando isso até foi um dia bem passado.


[foto tirada pela Catarina] Estas sãos as nossas caras de quem veio da festa. Estávamos todos ressequidos e cheios de sede a apanhar o fresquinho da noite!

É claro que no dia a seguir não me apetecia sequer sair de casa, mas até saí. Fui substituir o meu tablet avariado e sem arranjo por um novo. Um Acer Iconia B1, super catita, fácil de transpostar com uma risquinha azul, um miminho! Mais rápido e potente que o anterior. Ainda não o larguei.

No sábado ou tinha ficado em casa a procastinar (e era o que me apetecia quando me levantei) ou ia dar uma curva. Fui a Lisboa. Já algum tempo que estava para fazer um workshop na Casa Nic e Inês, quando soube que iam fazer um com a Yara Kono como convidada pensei logo, é agora!
O tema do workshop era o Álbum Ilustrado, e depois fizemos um pequeno exercicio de fazer um pequeno album ilustrado. Eu escolhi uma história verídica que me aconteceu quando era pequena.
Assim que acabar os desenhos mostro tudinho!


Foto tirada pela Casa Nic e Inês
até breve!
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10/06/2014

Love what you o

” The only way to do great work is to love what you do. If you haven’t found it yet, keep looking. Don’t settle. As whit all matters of the heart, you’ll know when you find it.” 
- Steve Jobs

18/05/2014

she wanted words

Kate Moss Sketch (091/365) from a outra mafalda


She wanted words I couldn't give her. Why she wanted a word? Phrases? Weren't my actions the prove enough? Telling her the words would mean let her in, without no further barriers. Whispering sweet little lies in her ear was not longer enough... she wanted us to be one (such romantic idea). But to be one, I wasn't ready to give up of  my individuality, my freedom or free will. To tell her the words was the beginning a prison of words and commitment, that I wasn't sure to want to start... (with her).

26/03/2014

I'll keep doing my thing



Estou a ter um momento de f*ck the world!

Há dias e momentos que parece que só existem obstáculos e mais obstáculos. Por muito que uma pessoa queira manter o espírito aberto e positivo há sempre algo ou alguém a fazer cair-nos no buraco.

(é em momentos destes que passo de uma melancolia absurda a raiva cega com picos alternados de apatia -mas desistir é que não faz parte dos planos!).


24/03/2014

On being more naive and simple-hearted

“As a general rule, people, even the wicked, are much more naïve and simple-hearted than we suppose. And we ourselves are, too.”
 — Fyodor Dostoyevsky, The Brothers Karamazov

22/03/2014

On unconditional Love

"I was told love should be unconditional. That’s the rule, everyone says so. But if love has no boundaries, no limits, no conditions, why should anyone try to do the right thing ever? If I know I am loved no matter what, where is the challenge? I am supposed to love Nick despite all his shortcomings. And Nick is supposed to love me despite my quirks. But clearly, neither of us does. It makes me think that everyone is very wrong, that love should have many conditions. Love should require both partners to be their very best at all times. Unconditional love is an undisciplined love, and as we all have seen, undisciplined love is disastrous."

- Gone Girl by Gillian Flynn

18/03/2014

Can a small group make a difference?

"Never doubt that a small group of thoughtful, committed citizens can change the world; indeed, it’s the only thing that ever has.” 

- Margaret Mead